MANAUS — A Arquidiocese de Manaus pediu ações preventivas das autoridades diante das queimadas, da fumaça e do calor extremo. Em nota pública, a instituição afirmou que a população não deve se acostumar com condições em que respirar representa um risco.
A Arquidiocese relacionou dez pedidos aos poderes públicos do Estado. O documento defende informação adequada, monitoramento permanente e capacidade de resposta durante os períodos críticos.
A instituição afirmou que a exposição à poluição atmosférica, combinada com altas temperaturas e baixa umidade, aumenta os riscos para a população. Conforme a nota, os efeitos atingem a saúde e a qualidade de vida, com maior impacto sobre as pessoas mais vulneráveis.
A Arquidiocese também declarou que a fumaça das queimadas não deve ser vista somente como uma questão ambiental. Para a instituição, a piora das condições climáticas não pode servir para tornar naturais as queimadas provocadas pela ação humana nem para reduzir responsabilidades.
A manifestação foi divulgada em uma carta sobre a defesa da vida diante dos efeitos das queimadas, da fumaça e do calor extremo. Os dez pedidos às autoridades estão relacionados no documento divulgado pela Arquidiocese de Manaus.



