Ronaldo Caiado (PSD) passou a concentrar mais esforços em Goiás na reta final da campanha presidencial. Com a disputa nacional polarizada entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), o candidato reforça as campanhas de Daniel Vilela ao governo estadual e de Gracinha Caiado, sua mulher, ao Senado.
A candidatura à Presidência era uma das três metas definidas por Caiado no início da corrida eleitoral. As outras duas eram eleger um sucessor para o governo de Goiás e garantir uma vaga para Gracinha no Senado. Sem avanço significativo nas pesquisas presidenciais, o ex-governador voltou a priorizar as disputas estaduais, nas quais os dois aliados aparecem na liderança dos levantamentos de intenção de voto.
Na quinta-feira (24), durante uma caminhada na região Noroeste de Goiânia, Caiado relacionou a candidatura de Daniel Vilela à continuidade das ações realizadas durante sua gestão. Ao falar sobre a descentralização dos serviços de saúde, citou investimentos feitos no estado e disse que o candidato deverá ampliar a estrutura.
“Vamos ampliar nossa rede de saúde”, afirmou Caiado. Ele também mencionou o Hospital Cora (Centro Oncológico de Referência de Goiás), o Hospital da Criança e do Adolescente e o novo hospital para a mulher. Segundo o candidato, Goiás oferece tratamento para câncer infantil e conta com o novo HUGO (Hospital de Urgências de Goiás), que ficará sob a gestão de Daniel Vilela.
Agenda em Goiás
A programação prevista para os próximos dias inclui carreatas nesta sexta-feira (25), em Quirinópolis, Itumbiara e Catalão. No sábado (26), Caiado terá compromissos em Luziânia, Cidade Ocidental e Valparaíso, no Entorno do Distrito Federal.
No domingo (27), a sequência será encerrada com uma carreata em Goiânia. A expectativa é que Daniel Vilela e Gracinha Caiado acompanhem parte das atividades.
Embora mantenha compromissos ligados à candidatura presidencial, Caiado ampliou o foco no estado. A estratégia dá destaque a Goiás nos últimos dias da campanha, tanto pela relevância eleitoral atribuída ao estado quanto pela tentativa de consolidar o grupo político formado pelo ex-governador.



