A pesquisa Rumo para o Senado em Santa Catarina coloca Carlos Bolsonaro (PL) em terceiro lugar, com 15% das intenções de voto. Como o estado terá duas vagas em disputa em 2026, o resultado o deixaria fora da composição projetada pelo levantamento.
Esperidião Amin (PP) lidera a média dos votos, com 18,1%, seguido por Carol de Toni (PL-SC), que registra 17,1%. Antídio Lunelli (MDB) aparece com 10,9%, enquanto Décio Lima, presidente estadual do PT, soma 10,2%. O vereador de Florianópolis Afrânio Boppré (PSOL) tem 3,8%.
A pesquisa foi contratada pela Rádio Colon, de Joinville. Para chegar ao resultado principal, a Rumo calculou a média das intenções de primeiro e segundo voto. Cada eleitor poderá escolher dois nomes para as vagas catarinenses no Senado.
No primeiro voto, Carol de Toni aparece na liderança, com 18%. Amin tem 15,6%, e Carlos Bolsonaro, 15,5%. No segundo voto, Amin alcança 20,6%, à frente de Carol, com 16,3%, e Carlos, com 14,6%.
A Rumo ouviu 2.100 eleitores entre 18 e 20 de setembro. O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral sob o número SC-05523/2026.
A candidatura de Carlos Bolsonaro também gerou divergências na base bolsonarista em Santa Catarina. Em agosto, Ana Campagnolo (PL-SC), que critica a candidatura do ex-vereador do Rio, publicou um vídeo com Flávio Bolsonaro.
Na ocasião, Flávio pediu que Campagnolo gravasse uma manifestação de apoio ao irmão. “Preciso dele e da @carolinedetoni no Senado em 2027”, escreveu o senador, ao solicitar que ela deixasse de usar imagens dele e de Jair Bolsonaro caso não apoiasse Carlos.



