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Santa Catarina registra 779 pessoas à espera de transplante renal

Dados da Secretaria de Estado da Saúde foram atualizados em janeiro de 2024; no Brasil, 38,9 mil aguardam por um rim.

Santa Catarina tem quase 800 pessoas na fila do transplante de rim

A fila para transplante de rim em Santa Catarina reúne 779 pessoas, conforme dados da Secretaria de Estado da Saúde (SES) atualizados em janeiro de 2024. O procedimento ganhou destaque após o apresentador Fausto Silva, o Faustão, passar por um transplante renal na última segunda-feira (26).

A cirurgia ocorreu seis meses depois de um transplante de coração. Segundo os familiares, os rins do apresentador já estavam comprometidos no ano passado, quando ele também fazia hemodiálise. Faustão permaneceu por dois meses na fila para receber um rim. O hospital informou que o procedimento não teve complicações e que ele seguirá em observação para acompanhar a adaptação do órgão e o controle clínico.

Como funciona a fila

O painel do Sistema Nacional de Transplantes (SNT), atualizado nesta terça-feira (27), indica que 38,9 mil pessoas aguardam por um rim no Brasil. Diferentemente do transplante de coração, o órgão pode vir de doadores vivos ou falecidos.

No caso de doadores falecidos, os rins são retirados após o diagnóstico de morte encefálica e a autorização dos familiares, conforme a Sociedade Brasileira de Nefrologia. O receptor precisa estar inscrito na lista única de receptores de rim da Central de Transplantes do estado onde a cirurgia será realizada.

Para doadores vivos, são feitos exames que avaliam o funcionamento dos rins e verificam a existência de doenças que possam ser transmitidas ao receptor. O sangue do doador é cruzado com o dos pacientes, e o rim é destinado à pessoa mais compatível, com menor risco de rejeição. Parentes e não parentes podem doar, desde que haja autorização judicial.

A Sociedade Brasileira de Nefrologia informa que o doador vivo deve manifestar vontade espontânea e voluntária. O transplante renal é indicado para pacientes com doença renal crônica avançada. A avaliação cabe ao médico nefrologista, que considera exames de sangue, urina e imagem.

Texto produzido pela Redação Caderno do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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