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Motociclista de 26 anos morre após disparo de PM em Niterói

Policial foi preso após o tiro durante uma abordagem em Icaraí; versões sobre a dinâmica do disparo são investigadas.

Motociclista de 26 anos morre após disparo de PM em Niterói

Um motociclista de 26 anos morreu após ser baleado durante uma abordagem policial na Rua Mariz e Barros, em Icaraí, na noite deste sábado (12). O disparo atingiu a cabeça da vítima, que foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e levada ao Hospital Estadual Azevedo Lima, mas não resistiu.

Segundo a Secretaria de Estado de Polícia Militar, agentes do Niterói Presente faziam patrulhamento quando tentaram parar o motociclista, que teria desobedecido à ordem. O policial responsável pelo tiro foi preso e encaminhado a uma unidade prisional da corporação. A Corregedoria da Polícia Militar acompanha o caso.

Versões sobre a abordagem

Em depoimento, um dos agentes afirmou que os policiais viram o motociclista avançar o sinal vermelho, trafegar em alta velocidade e empinar a moto em determinado momento. A equipe o acompanhou até que ele precisou parar por causa do trânsito.

Ainda conforme o relato do policial, um agente usou spray de pimenta. O militar disse ter visto o motociclista levar a mão em direção à cintura, sacou a arma e, enquanto desembarcava da motocicleta, ocorreu o disparo. Na versão apresentada por ele, o tiro foi involuntário.

Uma testemunha relatou uma dinâmica diferente. Segundo ela, os policiais cercaram a motocicleta, e o rapaz parou e levantou as mãos. Depois do uso do spray de pimenta por um dos agentes, o outro teria feito o disparo quase imediatamente. A testemunha afirmou não ter percebido atitude suspeita do motociclista antes da abordagem.

Pessoas que estavam no local disseram que a vítima trabalhava como entregador de aplicativo. Após o disparo, os policiais fizeram uma revista e, conforme o depoimento de um dos agentes, nenhum objeto ilícito foi encontrado.

O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG). Testemunhas já prestaram depoimento, e imagens de câmeras de segurança são analisadas para esclarecer a dinâmica da abordagem e do disparo.

Texto produzido pela Redação Caderno do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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