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Cissa Guimarães visita o Buraco das Araras, em Mato Grosso do Sul

Atriz conheceu a cratera em Jardim, acompanhada do marido, e registrou araras-vermelhas, trilhas e mirantes do passeio.

Cissa Guimarães visita o Buraco das Araras, em Mato Grosso do Sul
Foto: Redes sociais

A atriz e apresentadora Cissa Guimarães visitou o Buraco das Araras, em Jardim, Mato Grosso do Sul, durante uma viagem pelo estado. Ela estava acompanhada do marido, Hildo Assis, e publicou imagens do passeio nas redes sociais.

Os registros mostram araras-vermelhas, o céu e estruturas do local, entre elas um antigo telefone público, conhecido como “orelhão”, instalado em formato de ave. Hildo também compartilhou fotos da viagem e fez uma declaração à mulher.

“Que incrível é viver. Obrigada, meu amor”, escreveu Cissa em uma das publicações. Em outra postagem, Hildo comentou a recepção no passeio: “Chegamos Bonito! No Buraco das Araras elas nos receberam com espetáculo de chuva. Que delícia.”

Formação e biodiversidade

O Buraco das Araras fica a cerca de 30 km de Bonito e é uma dolina, uma cavidade formada pela ação da água e pela decomposição das rochas. A formação rochosa começou há mais de 10 milhões de anos, enquanto a cratera atual surgiu há cerca de 300 mil anos.

A cavidade tem cerca de 100 metros de profundidade e abriga um lago abastecido pela chuva e por nascentes subterrâneas. A área reúne aproximadamente 120 araras-vermelhas e mais de 150 espécies de animais, incluindo aves, répteis e mamíferos.

As araras usam cavidades nos paredões para construir ninhos. O ambiente também tem jacarés, serpentes, morcegos, macacos, pequenos roedores e outras espécies de aves. Entre os animais registrados estão um jacaré-do-papo-amarelo e uma sucuri de quase sete metros.

Visitação controlada

Os primeiros registros sobre o local são de 1912, quando trabalhadores rurais ouviram um barulho forte e encontraram a cratera, já habitada por muitas araras. Em 2007, a área foi reconhecida pelo governo federal como uma Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN).

A entrada na cratera é proibida, exceto em situações específicas, como pesquisas científicas acompanhadas pelos órgãos responsáveis. Visitantes podem fazer trilhas e usar mirantes no entorno da dolina. Uma das caminhadas dura cerca de 1h20 e percorre 970 metros, com pontos de observação das aves e da cratera.

Também são oferecidos passeios de observação e fotografia de aves, com duração de cerca de quatro horas. As atividades têm acompanhamento de guias ou monitores ambientais credenciados.

Texto produzido pela Redação Caderno do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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