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Goiás adota sistema com inteligência artificial para monitorar incêndios florestais

Plataforma cruza dados de satélites e informações ambientais para antecipar a resposta das equipes aos focos de fogo.

Goiás adota sistema com inteligência artificial para monitorar incêndios florestais
Foto: Rodrigo Melo/O Popular

O combate a incêndios florestais passou a contar, a partir desta quarta-feira (16), com uma plataforma de inteligência artificial que monitora as condições climáticas e a evolução dos focos de fogo. O Sistema Integrado de Monitoramento e Alertas de Goiás (SIMA-GO) pode ampliar de duas a quatro horas o tempo de resposta operacional, segundo o Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás (CBMGO).

A ferramenta foi apresentada durante uma coletiva realizada no Comando de Operações de Defesa Civil do CBMGO, com a presença do governador Daniel Vilela. O sistema cruza dados de seis a sete satélites com informações meteorológicas e ambientais em questão de segundos.

“A tecnologia confirma a existência de focos de incêndio e alerta automaticamente tanto a central da corporação quanto os produtores rurais e reservas da região afetada”, disse o comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Washington Luiz Vaz Júnior.

De acordo com o CBMGO, o monitoramento permite que as equipes atuem na fase inicial das ocorrências. A estrutura também recebeu reforço no interior do estado, com 17 novos postos já implantados. A previsão é chegar a 22 até o fim do ano.

Brigadistas de comunidades tradicionais

Outra medida destacada pelo governador é a contratação de brigadistas de comunidades tradicionais do Nordeste de Goiás. O projeto tem financiamento do Fundo Estadual do Meio Ambiente (Fema) e é voltado a uma região que concentra historicamente um dos maiores números de focos de incêndio.

Daniel Vilela afirmou que a área atingida pelo fogo caiu mais de 50% em relação a 2025. Conforme o governador, a redução contribui para proteger a produção agropecuária, a saúde pública, o meio ambiente e o turismo ambiental na região Nordeste, além de movimentar a economia dos municípios atendidos pelos brigadistas comunitários.

Texto produzido pela Redação Caderno do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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