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Influenciador de Goiânia está detido nos EUA após entrada pela fronteira mexicana

Matheus Fernandes Machado foi preso em 5 de setembro, segundo a família, que avalia contratar um advogado para acompanhar o caso.

Influenciador de Goiânia está detido nos EUA após entrada pela fronteira mexicana
Foto: Reprodução/Instagram de Matheus Fernandes

O influenciador goiano Matheus Fernandes Machado está detido nos Estados Unidos depois de tentar entrar no país pela fronteira com o México, de acordo com a família. A informação foi divulgada por Ludmilla Machado, prima dele, nas redes sociais.

Morador de Goiânia, Matheus é conhecido pelo perfil “Ugoianin”, onde publica vídeos de humor e conteúdos relacionados ao Vila Nova. Segundo Ludmilla, ele está preso desde 5 de setembro. A última publicação do influenciador nas redes sociais foi feita em 31 de agosto.

A família afirma que Matheus foi entregue à imigração depois de tentar atravessar o rio. “O pessoal do México tentou afogar ele no rio, não conseguiram e entregaram ele para a imigração”, relatou a prima.

Com mais de 30 mil seguidores no Instagram, o influenciador conversa diariamente com Ludmilla. Ela afirma que ele está abalado e que, em alguns dias, chora durante as ligações. A família avalia contratar um advogado para acompanhar o caso e tentar evitar uma possível deportação.

Relatos sobre a detenção

Ludmilla também disse que ainda não sabe para onde Matheus poderá ser enviado caso deixe os Estados Unidos. A família teme que ele seja deportado para outro país, sem confirmação sobre um eventual retorno ao Brasil.

Segundo o relato da prima, Matheus está em uma prisão com outros detentos, além de pessoas mantidas sob custódia da polícia de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE). “Ele está lá com 10 homens na prisão, porque são várias celas, pelo que ele me contou”, afirmou.

Ela também relatou dificuldades para que ele receba comida no local. De acordo com Ludmilla, foi possível colocar crédito no telefone de Matheus, mas a alimentação dependeria de uma compra que pode levar uma semana para chegar.

A prima afirmou que tornou o caso público para buscar orientação e ajuda à família sobre as medidas que podem ser tomadas. O Itamaraty e a ICE foram procurados para fornecer informações sobre a situação, mas não haviam respondido até a última atualização.

Texto produzido pela Redação Caderno do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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