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Polícia Civil indicia motorista por morte de gerente em restaurante de Papanduva

Investigações apontaram uso de celular, retirada do freio e falta de desligamento do ônibus antes do atropelamento.

Polícia Civil indicia motorista por morte de gerente em restaurante de Papanduva

A Polícia Civil indiciou por homicídio culposo o motorista do ônibus que matou uma gerente de restaurante em Papanduva, no Planalto Norte de Santa Catarina. O acidente ocorreu em 5 de agosto deste ano, às margens do Km 58 da BR-116.

Mariane de Fátima Hilko, de 33 anos, foi atingida pelo coletivo ao retornar de uma conversa com o motorista. Conforme a investigação, ela havia ido até o ônibus para resolver uma pendência comercial relacionada a passageiros estrangeiros. Enquanto caminhava pela frente do veículo, o ônibus avançou e prensou a gerente contra uma mureta de proteção.

O que apontou a investigação

Diligências policiais e perícias analisaram a dinâmica da colisão e do atropelamento. Imagens das câmeras internas e dados do relatório de telemetria indicaram que o motorista usava o celular no momento do acidente.

A apuração também concluiu que o homem se levantou do assento sem desligar o ônibus e sem mudar a marcha. Durante o movimento, ele retirou a pressão do freio. Para a Polícia Civil, o conjunto das ações representou comportamento negligente em uma área com circulação de pedestres.

O motorista, de 65 anos, foi indiciado por homicídio culposo na direção de veículo qualificado pela atividade de transporte de passageiros. O crime é caracterizado pela ausência de intenção de matar.

Texto produzido pela Redação Caderno do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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