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Aquarius reúne Leci Brandão, Emicida e OSB em concerto na Praça Mauá

Evento gratuito combinou samba, rap, música pop e repertório clássico diante do Museu do Amanhã e do Museu de Arte do Rio.

Aquarius reúne Leci Brandão, Emicida e OSB em concerto na Praça Mauá

A Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB) dividiu o palco com Leci Brandão e Emicida na Praça Mauá, no Centro do Rio, em uma apresentação que combinou samba, rap, música pop e obras eruditas. O concerto foi realizado ao ar livre, com entrada gratuita, e reuniu o público entre o Museu do Amanhã e o Museu de Arte do Rio.

A programação começou com “Alvorada”, da ópera “Lo Schiavo”, de Carlos Gomes. Sob a regência de Carlos Prazeres, a OSB também interpretou obras de Tchaikovsky, Villa-Lobos e Ennio Morricone antes de acompanhar os artistas convidados. O Projeto Aquarius é realizado desde 1972 e foi criado para levar a música de concerto para além das salas tradicionais.

Leci Brandão canta com uma orquestra pela primeira vez

Aos 82 anos, Leci Brandão apresentou sucessos da carreira acompanhada pela OSB pela primeira vez. O repertório incluiu “Só quero te namorar”, “O morro não tem vez”, “Encontros e despedidas” e “Isso é Fundo de Quintal”. “Zé do caroço” encerrou o concerto, com a participação de Emicida nos vocais.

“Vou ter que quebrar o protocolo porque é a primeira vez que canto com uma orquestra”, afirmou Leci durante a apresentação. A sambista também destacou a reunião do público na Praça Mauá e a união promovida pelo projeto.

A diarista Idivana Laureano Lino, de 56 anos, acompanhou o evento pela terceira vez. Moradora de São Gonçalo, ela já havia assistido ao Projeto Aquarius no ano passado e em 2023, quando Belo se apresentou com a OSB na Avenida Marquês de Sapucaí. Para ela, a gratuidade permite o acesso a apresentações que, nos teatros, costumam ter custo elevado.

Emicida apresenta músicas em arranjos sinfônicos

Emicida entrou no concerto com “Passarinhos”, “Pequenas alegrias da vida adulta”, “Quem tem um amigo tem tudo” e “AmarElo”. O rapper agradeceu aos cerca de 70 instrumentistas e ao maestro Carlos Prazeres, além de afirmar que a cultura aproxima diferentes partes do país.

O pesquisador Victor Garofano, de 36 anos, assistiu à apresentação com a filha, Flor, de 6. Ele já havia visto vários shows de Emicida e acompanhou a primeira experiência da menina com uma orquestra completa.

A funcionária pública Claudia Jesus, de 58 anos, destacou o encontro entre Leci, Emicida e a OSB. Adriana Martins, de 52 anos, foi ao evento com a filha, Maria Eduarda Martins, de 13, e a sobrinha Anne Xiang, de 19. Para ela, a programação aproximou a música erudita da popular.

Maestro e apresentadores conduzem o espetáculo

Carlos Prazeres estreou no Projeto Aquarius à frente da OSB. O concerto teve apresentação de Pedro Bial e Maria Fortuna, que deram espaço para o regente contextualizar parte das composições.

Um dos momentos destacados foi “Abraço no tempo”, que combina a Sinfonia n°9 “Tema final”, de Beethoven, com “Oração ao tempo”, de Caetano Veloso, em arranjo de Marcelo Caldi.

A aposentada Lindalva Rodrigues, de 77 anos, acompanhou o evento com cerca de 20 amigas, vizinhas do bairro da Penha. O grupo permaneceu no local durante a tarde e o início da noite.

O Aquarius RJ é apresentado pelo Ministério da Cultura, por meio da Lei Rouanet, pela Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro e pela Secretaria Municipal da Cultura. A realização é do Ministério da Cultura e do GLOBO.

Texto produzido pela Redação Caderno do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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