MANAUS — Em uma sátira, o Conselho de Ministros Altíssimos, descrito como ligado ao Supremo Tribunal Federal e situado ao lado direito de Deus, decide convocar Jesus e Nossa Senhora Aparecida para depor sobre o título de padroeira do Brasil.
A proposta é apresentada como uma tentativa de encerrar a disputa sobre se o Brasil seria de Jesus, de Aparecida ou de Vorcaro. O texto também menciona uma declaração atribuída ao papa João Paulo II de que Deus é brasileiro, sem contestação do próprio Senhor.
Não há manifestação de Jesus nem de Nossa Senhora Aparecida sobre a presença na audiência. Conforme a narrativa, o anjo Gabriel teria informado que o Divino permaneceria neutro em conflitos entre pecadores.
A disputa é associada a posições diferentes entre os devotos. Os seguidores da santa classificam o caso como machismo e misoginia, enquanto os fiéis de Cristo defendem que o posto seja ocupado por um homem. A sátira questiona se esse homem poderia ser Trump.
A decisão esperada dos ministros seria considerar pecado usar Jesus e Nossa Senhora Aparecida como cabo eleitoral. O texto, porém, menciona a possibilidade de uma exceção relacionada à soltura de Vorcaro para administrar o dízimo.



