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Omar Aziz e Maria do Carmo concentram maiores receitas de campanha no Amazonas

Prestação parcial ao TSE reúne movimentações financeiras de candidatos ao governo do Amazonas até 8 de setembro.

Omar Aziz e Maria do Carmo concentram maiores receitas de campanha no Amazonas
Foto: Divulgação

Os cinco candidatos ao Governo do Amazonas que declararam despesas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registraram gastos de campanha de R$ 20,844 milhões. Omar Aziz (PSD) aparece na liderança, com R$ 5,780 milhões, seguido por Maria do Carmo Seffair (PL), que declarou R$ 5,572 milhões em despesas.

Os dados estão disponíveis no DivulgaCandContas e reúnem movimentações financeiras e recursos em dinheiro registrados até 8 de setembro. A prestação de contas foi enviada entre 9 e 13 de setembro e é parcial, portanto os valores ainda podem ser atualizados.

Receitas e principais despesas

Omar Aziz também lidera em receitas, com R$ 6,12 milhões. Desse total, R$ 6 milhões foram repassados pelos diretórios nacionais do Republicanos e do PSD. Outros R$ 120 mil aparecem como recursos privados: R$ 100 mil de Francisco Rocha da Silva e R$ 20 mil de Mário da Silva Barreiro.

Entre as despesas de Omar, R$ 2,784 milhões foram destinados a atividades de militância e mobilização de rua, o equivalente a 48,17% do total. Também foram registrados R$ 700 mil em transporte ou deslocamento e R$ 602.950 na produção de programas de rádio, televisão ou vídeo. O maior pagamento informado foi de R$ 595 mil à CTA – Cleiton Táxi Aéreo.

Maria do Carmo declarou R$ 4,530 milhões em receitas. O Diretório Nacional do PL repassou R$ 4,5 milhões, enquanto R$ 30 mil foram registrados como recursos privados da candidata. A maior despesa foi com serviços advocatícios, de R$ 1.281.000, seguida por serviços prestados por terceiros, com R$ 1.025.297,50, e pesquisas ou testes eleitorais, que somaram R$ 873.500.

Roberto Cidade (União Progressista), candidato à reeleição, declarou R$ 4,119 milhões em receitas e R$ 4,925 milhões em despesas. Do valor arrecadado, R$ 3.855.573,38 vieram do FEFC, R$ 150 mil do Fundo Partidário e R$ 113.803,32 em dinheiro. A militância e a mobilização de rua receberam R$ 1,635 milhão, equivalentes a 33,20% dos gastos.

A prestação de Roberto Cidade também registra R$ 750 mil para produção de programas de rádio, televisão ou vídeo, o mesmo valor para serviços advocatícios, R$ 500 mil para a realização de comício e R$ 480 mil para impulsionamento de conteúdos. O Diretório Nacional do União repassou R$ 3.855.573,38, e o diretório estadual destinou R$ 151 mil. Também foram registrados recursos de pessoas físicas.

Outros candidatos

David Almeida (Avante) informou R$ 4,3 milhões em receitas e R$ 4,553 milhões em gastos estimados. Desse montante, R$ 4,25 milhões correspondem ao FEFC e R$ 50 mil ao Fundo Partidário, ambos registrados como transferência da Direção Nacional do Avante. Os serviços advocatícios somaram R$ 1,1 milhão, e a produção de programas de rádio, televisão ou vídeo, R$ 1,06 milhão. Militância e mobilização de rua receberam R$ 815.160, enquanto serviços prestados por terceiros consumiram R$ 700 mil.

Gilberto Vasconcelos (PSTU) declarou R$ 31 mil em receitas: R$ 26 mil do Diretório Nacional do PSTU e R$ 5 mil em recursos privados. As despesas chegaram a R$ 12.500, distribuídas entre serviços advocatícios, com R$ 9 mil, serviços contábeis, com R$ 2.500, e impulsionamento de conteúdos, com R$ 1 mil.

Cabo Daciolo (Mobiliza) declarou R$ 10 mil em recursos recebidos, mas não apresentou detalhamento de despesas no levantamento analisado. Por isso, não foi incluído na soma dos gastos. Isael Munduruku (Rede) não registrou movimentação financeira, e a ausência de dados não permite concluir se houve ou não atividades de campanha.

Somadas as receitas de Omar Aziz, Maria do Carmo, Roberto Cidade, David Almeida, Gilberto Vasconcelos e Cabo Daciolo, o total chega a R$ 19.110.378,70. Já as despesas declaradas pelos cinco candidatos com gastos registrados somam R$ 20.844.396,25, uma diferença de R$ 1.734.017,55.

A propaganda eleitoral das Eleições de 2026 começou oficialmente em 16 de agosto. A prestação parcial reúne movimentações realizadas até 8 de setembro, e o prazo para envio das informações à Justiça Eleitoral terminou em 13 de setembro.

Texto produzido pela Redação Caderno do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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