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Morangos cravejados rendem R$ 4,5 mil em um dia para vendedor de Itajaí

Márcio Rodrigues vendeu 300 unidades do doce e mantém pagamento por Pix sem exigir comprovante no momento da compra.

Morangos cravejados rendem R$ 4,5 mil em um dia para vendedor de Itajaí

Márcio Rodrigues vendeu 300 morangos cravejados em um único dia e alcançou um faturamento de R$ 4,5 mil em algumas horas de trabalho. Cada unidade foi comercializada por R$ 15, em Itajaí.

Conhecido como O Garçom do Semáforo, o vendedor trabalha vestido de smoking e leva os doces em uma cesta. No fim do expediente, não havia mais morangos cravejados disponíveis. Márcio comemorou o resultado nas redes sociais.

A forma de pagamento é uma das características do trabalho. Em cada venda, o cliente recebe um cartão com a chave Pix e o código do QR Code. O pagamento não precisa ser feito imediatamente, e o vendedor não exige comprovante. Assim, o consumidor pode pagar depois, mesmo que já tenha deixado o local.

Da água aos doces

Antes de ir para Santa Catarina, Márcio morava em São Paulo. Ele enfrentou dificuldades financeiras, faliu uma empresa e chegou a morar nas ruas. Foi no estado paulista que começou a trabalhar como ambulante, vendendo garrafinhas de água e permitindo que os clientes pagassem posteriormente.

Em 2022, já no Litoral Catarinense, ele acrescentou maçãs do amor ao cardápio. A simpatia e a confiança depositada nos clientes fizeram com que motoristas de Balneário Camboriú e Itajaí passassem a reconhecer o vendedor.

O sucesso dos morangos do amor, em 2025, ampliou a presença de Márcio nas vendas de doces. Em agosto de 2026, ele também passou a oferecer o morango cravejado, uma variação caramelada que se tornou o produto mais procurado naquele momento.

Ao comentar a trajetória, Márcio afirmou: “Eu não vou parar”. Ele também disse conhecer a própria história e as dificuldades que enfrentou antes de chegar ao trabalho atual.

Texto produzido pela Redação Caderno do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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