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Lula diz na ONU que eleição definirá entre democracia e negacionismo

Presidente afirmou que brasileiros escolherão o rumo do país e defendeu o sistema eleitoral durante discurso em Nova York.

Lula diz na ONU que eleição definirá entre democracia e negacionismo
Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, em discurso na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, que a eleição de outubro colocará os brasileiros diante de uma escolha entre democracia e negacionismo. A declaração foi feita na manhã desta terça-feira (22) a autoridades globais.

Lula disse que, no dia quatro de outubro, os eleitores escolherão o presidente da República, governadores estaduais e representantes do Poder Legislativo. Segundo ele, a votação também definirá se o Brasil seguirá em direção a mais oportunidades ou retornará a um período de exclusão.

O presidente afirmou que o governo impedirá a atuação dos que classificou como inimigos da democracia brasileira, tanto no país quanto no exterior. Ao falar à ONU, também mencionou abusos de autoridade que, segundo ele, beneficiam interesses estrangeiros.

Na parte final do pronunciamento, Lula defendeu o sistema eleitoral brasileiro e declarou que os candidatos terão ampla liberdade de expressão. Ele reconheceu a existência de redes de desinformação capazes de interferir no debate público durante a campanha, mas afirmou que o país conta com uma estrutura eleitoral moderna e robusta.

“Não permitiremos que os inimigos da democracia, internos e externos, atentem contra a vontade popular”, disse Lula.

Outros pontos do discurso

Em outro trecho, o presidente afirmou que o mundo voltou a testemunhar interferência externa em processos eleitorais. Ele não citou de forma direta a atuação dos Estados Unidos na eleição presidencial deste ano.

Lula também falou sobre o combate ao crime organizado e disse que o Brasil não vai transferir a responsabilidade pelo enfrentamento desses grupos. O presidente afirmou ainda que as ações contra a corrupção continuarão no país.

Outro tema abordado foi o Pix. Lula declarou que o governo não cederá a pressões de multinacionais interessadas na privatização do sistema, que classificou como uma infraestrutura pública e gratuita de pagamentos. Para o presidente, o Pix ampliou a inclusão financeira de milhões de brasileiros.

Texto produzido pela Redação Caderno do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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