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Pesquisa aponta apoio à proibição das bets entre eleitores bolsonaristas

Levantamento mostra que 67% dos bolsonaristas defendem a proibição, enquanto 63% dos eleitores dizem que a medida não influencia o voto.

Pesquisa aponta apoio à proibição das bets entre eleitores bolsonaristas

A proibição das bets é defendida por 67% dos eleitores que se identificam como bolsonaristas, segundo pesquisa Indexa/Broadcast divulgada nesta quinta-feira (1º). Entre esse grupo, 22% preferem que as apostas sejam permitidas com regras mais rígidas, 8% apoiam a manutenção das regras em vigor e não houve registro de apoio a menos restrições.

No eleitorado brasileiro como um todo, 70% são favoráveis à proibição das bets. Outros 21% defendem a continuidade das apostas sob normas mais rigorosas, enquanto 6% preferem a manutenção das regras vigentes e 1% apoia uma redução das restrições.

Diferenças entre os grupos

A rejeição às bets chega a 83% entre eleitores que se declaram lulistas ou petistas. Nesse segmento, 11% defendem a permissão com regras mais rígidas. Entre eleitores de esquerda que não são lulistas, 67% apoiam a proibição e 27% preferem a continuidade das apostas com normas mais rigorosas.

Entre eleitores de direita que não se identificam como bolsonaristas, 61% são favoráveis à proibição e 23% defendem regras mais rígidas. No eleitorado de Centro, 72% apoiam a proibição total e 22% preferem a permissão sob normas mais rigorosas.

Para Arilton Freres, CEO da Indexa Pesquisas, o fim das bets dificilmente faria eleitores bolsonaristas mudarem seu voto, mas poderia evitar uma reação contrária à medida. “Isso não vai fazer um eleitor bolsonarista votar em Lula”, afirmou.

Apesar da rejeição às apostas, 63% dos entrevistados disseram que a proibição não exerce nenhuma influência sobre o voto. Para 14%, a medida tem muita influência.

A pesquisa ouviu 2.000 eleitores em entrevistas individuais por telefone, realizadas entre 27 e 29 de setembro de 2026. A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00698/2026.

Texto produzido pela Redação Caderno do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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