Florianópolis, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Florianópolis 15°C 15° / 17° Mega-Sena 3064: 4 · 10 · 20 · 25 · 27 · 48
A escola, a ciência e o futuro
Brasil

Renan Santos amplia ataque a Flávio Bolsonaro e aos eleitores do senador

Candidato do Missão chamou de “lixo” a opinião de quem pretende votar em Flávio e fez acusações sobre ligação com facção criminosa.

Renan Santos chama Flávio Bolsonaro de “aliado do Comando Vermelho” e critica eleitores do senador

Renan Santos, candidato do Missão à Presidência, elevou as críticas ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) durante um evento com empresários. Além de acusar o adversário de ter relação com pessoas investigadas por ligação com o Comando Vermelho, ele afirmou que não respeita a posição política de quem pretende votar no senador e classificou essa opinião como “lixo”.

A acusação contra Flávio foi feita por Renan e não corresponde a uma conclusão judicial de que o senador integre a facção. O candidato relacionou o senador a Rodrigo Bacellar e Thiego Raimundo dos Santos Silva, conhecido como TH Joias, mencionando o apoio político que, segundo ele, Flávio teria dado aos dois.

Investigações citadas

A Polícia Federal investigou Bacellar e TH Joias em um caso sobre o repasse de informações sigilosas a integrantes do Comando Vermelho. Em fevereiro, o inquérito resultou no indiciamento dos dois e de outras pessoas por suspeita de participação no esquema. A defesa de Bacellar negou crimes e considerou o indiciamento arbitrário.

Em março, a Procuradoria-Geral da República apresentou denúncia contra Bacellar, TH Joias e outros investigados por obstrução de uma apuração relacionada à facção. Em agosto, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal aceitou a denúncia, e os envolvidos passaram à condição de réus. A decisão não afirmou que Flávio Bolsonaro participou dos fatos investigados.

Renan já havia chamado o senador de “criminoso” em julho e questionado sua proximidade política com Bacellar e TH Joias. Em agosto, afirmou que Flávio seria “aliado do crime organizado no Rio de Janeiro”. Na mesma ocasião, também criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o classificou como “amigo do crime organizado”.

Oficializado como candidato do Missão em julho, Renan tem direcionado sua campanha contra o governo Lula, o bolsonarismo e outros nomes da direita. O discurso também busca apresentar uma alternativa aos grupos políticos tradicionais e defende uma política de segurança pública de enfrentamento às organizações criminosas.

A declaração mais recente levou o confronto aos eleitores de Flávio Bolsonaro. Ao atacar a escolha de quem pretende votar no senador, Renan ampliou a crítica para além da disputa entre os candidatos à Presidência em 2026.

Texto produzido pela Redação Caderno do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Receba nossa newsletterUma seleção diária, direto na sua caixa de entrada.