O bolão de R$ 1 milhão organizado pelo sargento Glaciel Andrade não acertou os 15 números da Lotofácil da Independência, mas teve cerca de 7.800 cartelas premiadas nas faixas secundárias. O grupo estima receber aproximadamente R$ 250 mil, embora o valor total ainda esteja sendo contabilizado.
A aposta reuniu mais de 60 mil jogos, com participantes dos 26 estados e do Distrito Federal. Glaciel, que atualmente é proprietário de uma casa lotérica, informou que a conferência está sendo feita volante por volante.
“Não tivemos acertos com 15 números, mas foram cerca de 7.800 cartelas premiadas”, afirmou o organizador. Segundo ele, o grupo teve quatro cartelas com 14 acertos e quase 8 mil premiações no total.
Estratégia usada no bolão
O grupo aplicou uma estratégia de fechamento matemático. O método reduziu um universo de 577 mil combinações possíveis para 28.572 cartões, usando 24 das 25 dezenas do volante e excluindo um único número.
A estratégia previa que, caso o número excluído não fosse sorteado, o bolão teria matematicamente de uma a 15 cartelas com 14 acertos, além de premiações em faixas menores. No concurso, a bola 20 não saiu. “Foi exatamente o que aconteceu: cravamos quatro com 14 e quase 8 mil premiadas no total”, disse Glaciel.
O grupo planeja aprimorar a técnica para os próximos concursos, principalmente para a Mega da Virada.
Na Lotofácil da Independência, cada bilhete vencedor recebeu R$ 4,4 milhões. As apostas premiadas foram três de Goiânia e uma de Catalão. Os números sorteados foram 01, 02, 03, 04, 05, 06, 07, 12, 15, 16, 17, 19, 21, 22 e 23.
Para participar, é preciso escolher entre 15 e 20 números. A aposta mínima custa R$ 3,50, e há premiação a partir de 11 acertos. Também é possível usar a Surpresinha, com números escolhidos pelo sistema, ou a Teimosinha, que mantém os mesmos números por até 24 sorteios consecutivos.


