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Funcionário morto em assalto a joalheria havia ganhado carro do patrão

Renato da Silva Costa reagiu ao crime em Goiânia, foi baleado e morreu no hospital; ele deixa duas filhas e a esposa.

Funcionário morto em assalto a joalheria havia ganhado carro do patrão
Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Renato da Silva Costa, funcionário de uma joalheria, morreu depois de reagir a um assalto em Goiânia. De acordo com a irmã, ele havia acabado de ganhar um carro do patrão e planejava passar o Natal e o Ano Novo com a família. Natural do Pará, Renato deixa duas filhas e a esposa.

O crime ocorreu no final da tarde desta terça-feira (17), no setor Campinas. Um casal anunciou o assalto e ordenou que os funcionários permanecessem junto à parede. Renato tentou tomar a arma dos suspeitos e atirou contra eles, mas acabou baleado. Ele foi levado ao hospital, onde morreu.

A irmã afirmou que Renato e o patrão mantinham uma relação próxima. “Ele e o patrão dele eram como irmãos pai e filho ele tinha acabado de ganhar o carro do patrão dele estava tão feliz”, disse.

Durante a ação, os funcionários conseguiram pegar a arma usada pelos assaltantes e atiraram contra eles. O casal morreu no local. Um quarto envolvido fugiu, mas foi localizado pela Polícia Militar e morreu durante um confronto.

A polícia prendeu um motorista de aplicativo que afirmou ter sido contratado por R$ 70 mil para dirigir o veículo e fingir que era refém do casal. O capitão Gustavo Arantes informou que quatro pessoas participaram do crime, embora apenas três tenham entrado na joalheria. “Dos três que entraram, dois morreram no local, um casal, um homem e uma mulher”, relatou.

A Polícia Civil de Goiás informou que investiga o caso sob sigilo, por meio da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (DEIC). O crime é tratado como latrocínio, roubo seguido de morte. Os investigadores aguardam laudos periciais e a conclusão de outras diligências.

Texto produzido pela Redação Caderno do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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