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Morador usa drone em buscas por menino desaparecido no mar em Piçarras

Edu Felicio acompanha a operação e relata a angústia da família durante as buscas pelo menino de 10 anos.

Morador usa drone em buscas por menino desaparecido no mar em Piçarras

As buscas pelo menino de 10 anos desaparecido no mar em Piçarras passaram de 48h nesta terça-feira (22). A criança sumiu no último domingo (20), após, segundo relatos, ser surpreendida por uma onda. A operação reúne equipes por terra, água e ar, com participação de forças de segurança e moradores da região.

Entre os voluntários está Edu Felicio, de Navegantes, que utiliza um drone para auxiliar as equipes. Ele soube do desaparecimento e se deslocou até Piçarras para colaborar. “Eu preciso ajudar”, afirmou. Felicio disse que é pai de um menino e uma menina e que a situação despertou uma angústia diferente de outras buscas das quais já participou.

O morador também relatou a dificuldade de observar o pai da criança na orla, diante da extensão do mar. Segundo ele, o familiar aparentava tentar encontrar alguma forma de ajudar, mas não sabia o que fazer. “A gente como pai fica muito abalado”, disse.

As equipes concentraram os trabalhos na área entre o rio Piçarras e a Ilha do Grant, próximo ao ponto 7 de guarda-vidas, no bairro Itacolumi. Nesta terça-feira (22), foram mobilizados os três pontos de guarda-vidas de Barra Velha, além de dois guarda-vidas civis voluntários no local. Em Balneário Piçarras, atuaram os pontos 4 e 7, com dois GVCVs em cada posto. Um quadriciclo percorreu a faixa de areia.

As buscas foram encerradas por volta das 18h50, ao anoitecer, e devem ser retomadas nesta quarta-feira (23). A Prefeitura de Piçarras informou que acompanha a situação com as forças de segurança e que a operação conta com drone, quadriciclo e apoio aéreo de helicóptero. A Secretaria de Saúde também acompanha os familiares e oferece suporte psicológico à família e aos guarda-vidas envolvidos.

A prefeitura recomendou evitar a entrada no mar em condições de ondas fortes, procurar locais com guarda-vidas e seguir as orientações das equipes de salvamento.

Texto produzido pela Redação Caderno do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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