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Enfermeira de Goiás morre após diagnóstico de doença rara

Érika Fernandes Viana tinha 51 anos e atuava em unidades de saúde de Senador Canedo e Goiânia.

Enfermeira de Goiás morre após diagnóstico de doença rara
Foto: Arquivo pessoal/Elizabeth Nunes

A enfermeira Érika Fernandes Viana, de 51 anos, morreu na sexta-feira (11), após receber o diagnóstico da doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ). Ela trabalhava na área da saúde em Senador Canedo e também na UPA Novo Mundo, em Goiânia, como técnica de enfermagem.

De acordo com a amiga Elizabeth Nunes, os primeiros sinais foram tonturas, inicialmente associadas à possibilidade de labirintite. Após exames mais detalhados e um período de internação, a doença foi identificada. “Depois de um mês de internação, descobriram que era essa doença”, afirmou Elizabeth.

O quadro evoluiu com rapidez. Érika perdeu os movimentos das pernas e passou a usar um andador. Mais tarde, também deixou de movimentar os braços.

A DCJ é uma doença rara, neurodegenerativa, progressiva e sem cura. Ela está relacionada à alteração de uma proteína chamada príon, que causa danos ao cérebro. Não há tratamento capaz de reverter ou interromper a evolução da enfermidade.

Homenagens

Além da atuação profissional, Érika gostava de viajar e, conforme a amiga, planejava uma ou duas viagens por ano, principalmente para a praia. Elizabeth disse que a enfermeira deixará saudade.

O vereador Eliel José lamentou a morte em uma publicação e afirmou que conhecia Érika havia mais de 20 anos. Ele também destacou a contribuição dela para a saúde pública de Senador Canedo e Goiânia.

O Conselho Regional de Enfermagem de Goiás (Coren-GO) divulgou uma nota de pesar. O órgão informou que Érika trabalhou na UPA de Senador Canedo e na UPA Novo Mundo, em Goiânia.

A mesma doença foi diagnosticada no influenciador Lito Sousa em agosto. Conforme informações divulgadas pela esposa dele, o influenciador apresentou perda de movimentos e recebeu o diagnóstico depois de passar por exames.

Entre 2005 e 2021, o Brasil registrou 547 casos confirmados de DCJ, conforme dados do Ministério da Saúde.

Texto produzido pela Redação Caderno do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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