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Filhote resgatada após agressão recebe nome e fica em lar temporário em MS

Esther tem 40 dias, foi acolhida pela delegada Tatiana Zyngier e aguarda uma possível adoção definitiva.

Filhote resgatada após agressão recebe nome e fica em lar temporário em MS

A filhote de shih-tzu resgatada após ser agredida em vídeos divulgados nas redes sociais recebeu o nome de Esther e está em um lar temporário. A cachorra, de 40 dias, foi acolhida pela delegada Tatiana Zyngier, que busca viabilizar a adoção definitiva.

Esther foi encontrada pela polícia depois que Gabriela Cervantes Pereira publicou gravações em que aparece segurando o animal, arremessando-o no chão de uma altura próxima à cintura e chutando a cachorra. A filhote estava apática e amedrontada, conforme o boletim de ocorrência.

Na casa da delegada, o animal se adaptou ao ambiente e passou a conviver com Charlie, Tito e Vitório, que também pertencem a Tatiana. A cachorra aparece tranquila ao lado dos outros animais.

Decisão de acolher

Tatiana contou que decidiu ficar com a filhote depois de acompanhar o caso. “Ela é minha, ela veio para mim”, afirmou a delegada.

Ao verificar a carteira de vacinação, Tatiana descobriu que Esther nasceu em 21 de julho. A data coincidiu com o aniversário da morte de outro cachorro da delegada, ocorrida um ano antes. Para ela, a coincidência reforçou a decisão de acolher o animal.

Investigação e defesa

Gabriela foi presa em flagrante por maus-tratos. Equipes da Seção de Investigações Gerais (SIG) da 1ª Delegacia de Polícia de Aquidauana localizaram o endereço da influenciadora e resgataram a cachorra.

Aos policiais, Gabriela admitiu ter produzido os vídeos e disse que as agressões seriam uma brincadeira, segundo o registro policial. Nas redes sociais, ela se apresenta como criadora de conteúdo e criadora de live para o TikTok.

Em nota, a defesa afirmou que o caso está em estágio inicial de apuração e que Maria Gabriela Pereira Servantes Jesus tem um quadro de saúde mental comprovado e realiza tratamento psiquiátrico continuado no CAPS II de Aquidauana. A defesa também informou que aguarda a decisão judicial sobre a necessidade de audiência de custódia.

O documento menciona diagnósticos de transtorno de personalidade borderline e episódio depressivo grave, além do uso de Venlafaxina, Carbonato de Lítio e Amitriptilina. A defesa sustenta que as circunstâncias relacionadas à saúde mental devem ser analisadas no processo judicial e pediu que cessem atos de incitação ao ódio, intimidação ou exposição vexatória de dados íntimos.

A prisão ocorreu em 09 de setembro de 2026, conforme a nota da defesa, que reafirmou o compromisso com a apuração perante o Juízo da Vara Criminal da Comarca de Aquidauana/MS.

Texto produzido pela Redação Caderno do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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