A iluminação observada da Lua depende da posição do satélite em relação à Terra e ao Sol. Como a Lua não produz luz própria, o brilho visto no céu resulta da luz solar refletida em uma de suas faces, conforme o ponto de vista terrestre.
Nesta quinta-feira (24), a Lua está na fase Crescente, com 92% de visibilidade no céu. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), essa etapa termina em 26 de setembro, às 13h50min, quando começa a fase Cheia.
O ciclo lunar dura cerca de 29,5 dias. Durante esse período, a Lua realiza movimentos de revolução e translação em torno da Terra e do Sol, respectivamente. A combinação desses movimentos permite a mudança de aparência do satélite, que passa por fases diferentes ao longo do ciclo.
Como funciona o ciclo lunar
A Lua Nova marca o início do ciclo e não pode ser vista da Terra porque a face voltada para o planeta é a oposta à iluminada pelo Sol. Na fase Crescente, uma parte da face iluminada começa a aparecer.
Depois dela, vêm o Quarto crescente e a Crescente gibosa. Em seguida, ocorre a Lua Cheia, quando a face iluminada fica voltada para a Terra e o satélite alcança sua maior visibilidade.
Na sequência, a área visível começa a diminuir. A Lua passa pelas fases Minguante gibosa e Quarto minguante antes de chegar à Lua Minguante, quando resta apenas uma faixa iluminada. Depois, o ciclo recomeça com a Lua Nova.
Além das fases principais — Nova, Crescente, Cheia e Minguante —, o ciclo inclui quatro fases intermediárias: Quarto Crescente, Crescente Gibosa, Minguante Gibosa e Quarto Minguante.



