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Jovem morre após sete dias internada com queimaduras em Goiânia

Polícia Civil investiga o caso como morte acidental e aguarda laudo para esclarecer como ocorreram os ferimentos.

Jovem morre após sete dias internada com queimaduras em Goiânia
Foto: Arquivo Pessoal/Thamires Cristina Soares de Oliveira

Geovanna Janny Brites Monteiro, de 23 anos, morreu no dia 13, em Goiânia, após passar sete dias internada no Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol). A Polícia Científica informou que a causa da morte foram as queimaduras sofridas no dia 6 de setembro.

A Polícia Civil investiga o caso como morte acidental e aguarda o laudo pericial para esclarecer as circunstâncias. Ainda não foi determinado como a jovem sofreu os ferimentos nem onde ocorreu o episódio.

Desaparecimento e compra do combustível

Segundo Thamires Cristina Soares de Oliveira, irmã de Geovanna, a jovem desapareceu em 28 de agosto, depois de sair para visitar a madrinha em Goianira, na Região Metropolitana da capital. A família perdeu o contato com ela e registrou um boletim de ocorrência.

Os parentes também questionam como Geovanna conseguiu comprar o combustível que teria sido usado no episódio. O posto citado pela família fica próximo ao Hugol. De acordo com os familiares, a jovem estava em visível estado de sofrimento e crise emocional no momento da compra.

“Eu quero saber: esse posto tinha autorização para vender gasolina fracionada?”, afirmou Thamires. A família quer saber ainda em que recipiente o produto foi vendido e se o estabelecimento tinha autorização para realizar a venda daquela forma.

Perícia e próximos passos

A Polícia Científica confirmou a identificação de Geovanna, mas informou que não realizou perícia no local onde o fato ocorreu. A equipe foi acionada diretamente no hospital para recolher o corpo e, por isso, o órgão não tem informações sobre como os ferimentos aconteceram.

O laudo pericial deve auxiliar a investigação na reconstrução da dinâmica do caso e na identificação das circunstâncias das queimaduras. Também permanecem sem esclarecimento o local do episódio, a forma como o combustível foi vendido e as informações que serão apresentadas no documento.

A família questiona a responsabilidade do posto na venda do combustível. Não foram localizados os responsáveis pelo estabelecimento até a última atualização.

Texto produzido pela Redação Caderno do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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