TSE suspende propaganda de Lula que relaciona Flávio Bolsonaro a suspeitas
Nunes Marques determinou a retirada provisória de jingle e enviou o caso para análise definitiva do plenário do TSE.
Nunes Marques determinou a retirada provisória de jingle e enviou o caso para análise definitiva do plenário do TSE.
Senador defende decreto sobre a identidade cristã do Brasil, enquanto bispos alertam contra o uso da religião na disputa eleitoral.
Vídeos e orientações em igrejas passaram a circular em meio à discussão sobre a candidatura de Flávio Bolsonaro em 2026.
Candidato do PL atribui a GloboNews a divulgação da acusação e diz respeitar todas as religiões.
Flávio Bolsonaro negou intenção de retirar o título de Padroeira do Brasil; proposta semelhante foi arquivada no Congresso em 2007.
Projeto de 2007 foi arquivado em agosto de 2008, e emissora afirmou que comentário viralizado não citava o senador.
Candidato do PL afirmou que medida anunciada pelo governo pode perder validade após as eleições e prometeu proibir cassinos online.
Candidato da Missão afirmou que não pretende apoiar o senador caso ele enfrente Lula na segunda etapa da eleição presidencial.
Presidenciável afirma que rejeição próxima de 50% limita o crescimento do senador e compara aposta eleitoral a uma loteria.
Mensagens apreendidas indicam tratativas entre assessora do senador e Robson Calixto para liberar cerca de R$ 199 mil ao instituto.
Candidato do PSD também criticou Lula e defendeu mais rigor para quem disputa a Presidência da República.
Após debate, candidato do Avante afirmou que convidaria Romeu Zema e Ronaldo Caiado para integrar um eventual governo.
Conversas apreendidas pela Polícia Federal registram tratativas para um encontro, mas não confirmam que a reunião tenha ocorrido.
Apuração aponta contato entre Maria de Fátima Bezerra Castro e Robson Calixto, condenado no caso Marielle Franco.
Senador e Willer Tomaz fizeram ao menos cinco viagens internacionais no primeiro semestre de 2025, incluindo um safári na África do Sul.
Imagem de uma viagem à África do Sul reúne o candidato, o senador Weverton Rocha e o advogado Willer Tomaz.
Escolha do ministro em 2020 envolveu Flávio Bolsonaro, Ciro Nogueira e integrantes do grupo político do então presidente.
Imóvel foi vendido por R$ 5,5 milhões e depois transferido por R$ 3,5 milhões a uma empresa de Willer Tomaz.
Conversas apreendidas na investigação do Banco Master mencionam cobranças sobre o filme Dark Horse e uma possível parceria com o Santos.
Registros de um safári na África do Sul mostram o senador ao lado de Weverton Rocha, Willer Tomaz e Carlos Alberto de Sá.