Florianópolis, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Florianópolis 15°C 15° / 17° Mega-Sena 3064: 4 · 10 · 20 · 25 · 27 · 48
A escola, a ciência e o futuro
Brasil

Vídeos de campanha viram humor nas redes, enquanto adesivos geram denúncias

Conteúdos de Daniel Manhães brincam com cabos eleitorais, e candidatos dizem ter pago reparos por adesivos colados sem autorização.

Vídeos de campanha viram humor nas redes, enquanto adesivos geram denúncias
Foto: Reprodução/Instagram

A campanha eleitoral tem gerado vídeos de humor e reclamações nas redes sociais. Entre os conteúdos que circulam estão brincadeiras sobre o comportamento de cabos eleitorais e denúncias de adesivos colados em carros sem autorização dos proprietários.

O comunicador Daniel Manhães, conhecido como Dandan, tem 41 anos e é de Mutuapira, em São Gonçalo. Nos vídeos, ele transforma situações observadas em agendas políticas em esquetes sobre as técnicas usadas por cabos eleitorais durante a busca por votos.

As publicações mostram, por exemplo, como trocar o braço ao carregar uma bandeira e como simular intimidade com pessoas desconhecidas. Em uma das brincadeiras, Dandan orienta o cabo a chegar antes, perguntar o nome de um morador e apresentá-lo ao candidato quando ele aparecer.

Os primeiros vídeos foram gravados durante agendas de Nelsinho Ruas, candidato a deputado estadual, e de Altineu Côrtes, candidato a deputado federal e presidente do partido. Dandan é amigo de longa data de Nelsinho. Ele também mantém um podcast e uma página que faz críticas a pessoas da esquerda e da direita, mas os projetos foram pausados durante a eleição deste ano.

Segundo o comunicador, os conteúdos mais recentes deixaram de ser associados a candidatos para que pessoas de outros partidos também pudessem compartilhá-los. Um dos vídeos reúne a equipe de Salvino Oliveira, candidato à Câmara, encenando o choro depois que um popular amassa o material de campanha recebido.

Adesivos em carros

Dois vídeos publicados nas redes sociais denunciaram adesivos eleitorais colados em veículos sem a autorização dos donos. Uma peça de Alexandre Isquierdo Malafaia foi criticada pela dificuldade de remoção. O candidato afirmou que assumiu os custos da limpeza e disse não compactuar com a prática. Como não foi identificado quem fez a colagem, ele considerou a possibilidade de a ação ter sido feita para prejudicá-lo.

Em outro caso, um adesivo de Daniel Soranz arrancou a tinta de um carro. Soranz disse que pagou pelo reparo e pediu desculpas. O candidato explicou que o material estava cortado e, por isso, não era possível saber se era oficial nem identificar quem o colocou.

Texto produzido pela Redação Caderno do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Receba nossa newsletterUma seleção diária, direto na sua caixa de entrada.