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Mãe e filha feridas em desabamento no Cosme Velho são transferidas

Mulher de 43 anos e menina de 2 anos foram atingidas por destroços enquanto passavam pelo acesso à vila onde moram.

Mãe e filha feridas em desabamento no Cosme Velho são transferidas

Uma mulher de 43 anos e uma menina de 2 anos foram transferidas neste sábado para um hospital particular após serem atingidas pelo desabamento parcial de um casarão no Cosme Velho, na Zona Sul do Rio. As duas passavam pelo corredor de acesso à vila onde moram quando parte do imóvel caiu. A criança estava em um carrinho, e o momento foi registrado por câmeras de segurança.

Mãe e filha receberam os primeiros atendimentos e foram levadas ao Hospital Miguel Couto, na Gávea, antes da transferência. Conforme o Corpo de Bombeiros, ambas foram classificadas como vítimas amarelas, categoria de gravidade moderada.

O segundo pavimento do casarão desabou parcialmente, e parte do imóvel vizinho também foi atingida. A Defesa Civil Municipal foi chamada para avaliar as condições da estrutura e a segurança do local. Ainda não há informações oficiais sobre as causas do acidente nem sobre a estrutura atingida.

Interdição e desapropriação

O desabamento ocorreu na altura do número 315 da Rua Cosme Velho, perto do Colégio São Vicente de Paulo. Equipes do quartel do Catete atuam na ocorrência, com apoio de agentes da CET-Rio e da Guarda Municipal. A Defesa Civil e a Subprefeitura também foram acionadas.

Segundo o Centro de Operações Rio, a via está parcialmente interditada no sentido Laranjeiras. O trânsito segue em esquema de pare e siga, com retenção nos dois sentidos.

Após o acidente, o prefeito Eduardo Cavaliere anunciou que a Prefeitura do Rio vai desapropriar o casarão que desabou, a Casa Portinari, do outro lado da via, e o Solar dos Abacaxis. Os decretos devem ser publicados no Diário Oficial na próxima segunda-feira.

“É papel da Prefeitura intervir, desapropriar e colocar à venda, a leilão público, para que tenha um novo destino, um novo uso para a população”, afirmou Cavaliere.

O prefeito também declarou que, depois das desapropriações, os imóveis poderão receber novos usos ou ser colocados à venda por meio de leilão público.

Moradores do Cosme Velho já haviam alertado para a deterioração de casarões históricos da região. Um diagnóstico de risco entregue ao poder público por uma associação de moradores apontou infiltrações, desprendimento de revestimentos, esquadrias danificadas e telhados com risco de ruir. Entre os imóveis citados estavam construções nos números 362 e 370 da Rua Cosme Velho, além da Casa Portinari, no número 353, e do Solar dos Abacaxis.

Texto produzido pela Redação Caderno do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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