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Geovanna Brites morre após internação por queimaduras em Goiânia

Jovem de 23 anos estava desaparecida desde 28 de agosto e foi encontrada no dia 6 de setembro; caso é investigado como morte acidental.

Geovanna Brites morre após internação por queimaduras em Goiânia
Foto: Arquivo Pessoal/Thamires Cristina Soares de Oliveira

Geovanna Janny Brites Monteiro, de 23 anos, morreu após ser internada com queimaduras no Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol). A jovem estava desaparecida desde 28 de agosto e foi levada à unidade de saúde em 6 de setembro. O hospital confirmou que ela morreu em 13 de setembro.

A Polícia Civil registrou o caso como morte acidental por queimadura. A Polícia Científica confirmou a identidade de Geovanna e apontou as queimaduras como causa da morte. O órgão informou que foi chamado para recolher o corpo no hospital, mas não fez perícia no local onde a jovem sofreu as lesões. Por isso, não tem informações sobre como o ferimento aconteceu.

A família ficou sabendo do paradeiro de Geovanna somente depois da internação. Thamires Cristina Soares de Oliveira, irmã da jovem, afirmou que os parentes receberam a informação de que Geovanna teria ateado fogo ao próprio corpo. A versão, no entanto, não foi confirmada pelas autoridades.

Questionamentos sobre a venda de gasolina

Geovanna vivia no Jardim Novo Mundo, em Goiânia, e saiu para visitar a madrinha em Goianira antes de desaparecer. Os familiares registraram um boletim de ocorrência e fizeram buscas.

Segundo Thamires, antes de sofrer as queimaduras, Geovanna comprou gasolina em um posto próximo ao Hugol. A irmã questiona se o estabelecimento poderia vender o combustível fora do tanque de um veículo, em que recipiente o produto foi entregue e quais eram as condições da comercialização.

“Eu quero saber: esse posto tinha autorização para vender gasolina fracionada? Em que recipiente venderam para ela?”, disse Thamires. A família também cobra esclarecimentos sobre o que ocorreu depois da compra.

O Hugol declarou que Geovanna não resistiu, apesar dos esforços da equipe multiprofissional. Ela deixou dois filhos: uma menina de 8 anos e um menino de 4. Conforme a irmã, os familiares esperavam que a jovem se recuperasse e retornasse para casa.

Texto produzido pela Redação Caderno do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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