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Anac condiciona retorno de turbojatos a obras no aeroporto de Parintins

Prefeitura deverá recuperar trecho da pista e cumprir exigências de segurança para retomar operações com aeronaves a jato.

Anac condiciona retorno de turbojatos a obras no aeroporto de Parintins
Foto: Divulgação/Prefeitura de Parintins

A Prefeitura de Parintins deverá recuperar 1,2 quilômetro da pista do Aeroporto Júlio Belém e cumprir exigências de segurança para que o terminal volte a receber aviões turbojatos. As condições foram encaminhadas pela Gerência Técnica de Fiscalização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) em ofício enviado na última terça-feira (8).

A agência voltou a impedir, em 10 de agosto, pousos de aeronaves de asa fixa com motores a reação no aeroporto. Permaneceram autorizadas somente operações de emergência médica ou transporte de valores.

A restrição ocorreu após uma inspeção identificar pedriscos espalhados pela pista de pouso e decolagem e problemas nas partes que ainda não passaram por reparos. A Anac também relacionou a deterioração aos “repetitivos adiamentos na execução dos serviços de restauração”.

Para retirar a proibição, a prefeitura terá de recuperar os 1.200 metros do pavimento que não foram restaurados recentemente e fazer intervenções na pista de táxi. Também deverá elaborar e executar um projeto para reorganizar o pátio de aeronaves, levando em conta voos comerciais com turbojatos e operações com aeronaves de asa rotativa.

Entre as demais exigências estão a aprovação do Programa de Segurança Aeroportuária e o aperfeiçoamento do controle do risco provocado pela fauna aviária. A medida deverá considerar dados e práticas adotadas em aeroportos brasileiros.

Histórico das restrições

A Anac acompanha a situação do aeroporto desde 2024. O terminal recebe milhares de passageiros que viajam para o município durante o Festival Folclórico de Parintins.

Em dezembro daquele ano, a agência suspendeu os voos com turbojatos por causa de falhas na infraestrutura consideradas capazes de provocar acidentes. A principal companhia aérea que opera no local passou a usar aviões turboélices, com capacidade para até 70 passageiros.

A restrição foi suspensa em abril de 2025, desde que fossem cumpridos prazos para o recapeamento das áreas pavimentadas e o recobrimento da área exposta do aterro de resíduos sólidos. Em março deste ano, a autorização foi mantida provisoriamente, com a exigência de obras de melhoria, incluindo recapeamento e sinalização da pista.

Texto produzido pela Redação Caderno do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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