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Bill Gates pede supervisão obrigatória para modelos avançados de IA

Cofundador da Microsoft alerta para riscos da inteligência artificial e rejeita a autorregulação do setor.

Bill Gates pede supervisão obrigatória para modelos avançados de IA
Foto: Reprodução

Bill Gates defendeu mecanismos obrigatórios de supervisão e segurança para modelos avançados de inteligência artificial (IA) e alertou para os riscos associados à tecnologia. O cofundador da Microsoft afirmou que a IA é “a coisa mais perigosa da qual os seres humanos já chegaram perto”.

Em entrevista ao The New York Times, Gates rejeitou a ideia de que as empresas possam depender apenas da autorregulação ou de medidas tomadas depois de eventuais danos. Ele comparou a situação às regras de segurança aplicadas a medicamentos, à aviação e aos automóveis.

O empresário também afirmou que modelos de código aberto podem ser adaptados para ajudar na criação de armas biológicas e ter mecanismos de monitoramento desativados. Para Gates, “Não se pode confiar na indústria para se autorregular aqui. É simplesmente insano”.

Percepção sobre os riscos

Gates disse que a percepção sobre os riscos da IA continua “extremamente baixa” fora do setor. A avaliação, segundo ele, inclui acadêmicos, centros de pesquisa, formuladores de políticas e políticos.

Durante a entrevista, foi citado que uma abordagem favorável à autorregulação encontra apoio no governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. David Sacks e Jensen Huang, CEO da Nvidia, também foram mencionados.

Gates questionou se será necessário esperar por milhões de mortes para que mecanismos obrigatórios de monitoramento sejam adotados. Ele também levantou a possibilidade de grandes ataques cibernéticos ou biológicos ocorrerem antes da exigência de salvaguardas.

Texto produzido pela Redação Caderno do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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