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Cão Confronto acompanha policiais e muda rotina de batalhão em Goiânia

Mascote da Rotam participa de treinamentos, corridas e momentos de descanso ao lado dos policiais militares.

Cão Confronto acompanha policiais e muda rotina de batalhão em Goiânia
Foto: Arquivo Pessoal/Major Oliveira

O cão Confronto tornou-se parte da rotina do Batalhão da Rotam, em Goiânia, onde acompanha policiais em atividades e ajuda a tornar o ambiente de trabalho mais leve. Entre as brincadeiras preferidas do mascote estão buscar a bolinha, receber carinho e morder uma pelúcia.

O major da Polícia Militar Alysson Oliveira do Prado explicou que os agentes costumam passar longos períodos longe de casa. Para ele, a presença do cão ajuda a criar uma ligação com a vida fora do serviço, especialmente porque muitos policiais têm animais de estimação.

“Às vezes, você sai, vai para a rua, faz as abordagens, vê situações críticas... aí você retorna para a base, chega aqui e ele está com um brinquedo na boca, uma bolinha, esperando você jogar”, disse o major.

Presença nas atividades

Confronto não fica restrito às dependências do batalhão. Ele acompanha os policiais em treinamentos, aulas de educação física e corridas realizadas pelas tropas nas ruas. Também participa da oração feita antes da saída das equipes.

O cão não recebe treinamento do Batalhão de Policiamento com Cães, mas acompanha as atividades por iniciativa própria. “É como se fosse realmente mais um militar aqui dentro, compondo o batalhão”, afirmou Alysson.

Os cuidados com o mascote são divididos entre os policiais. Alguns ficam responsáveis por tarefas específicas, como administrar medicamentos e levá-lo ao pet shop para o banho, conforme a disponibilidade de tempo.

Origem do nome

O nome Confronto foi escolhido antes da chegada do atual coronel Brian e do major Bruno Alves. Alysson contou que a escolha foi um trocadilho criado para amenizar o peso associado à rotina dos policiais.

Para o major, a convivência com o animal modificou o clima no batalhão e trouxe mais tranquilidade à permanência dos agentes no local.

Texto produzido pela Redação Caderno do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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