A Meta está avaliando um modelo em que funcionários terceirizados participam de algumas ligações realizadas pelo Muse, seu novo assistente pessoal de inteligência artificial. A informação consta em comunicações internas da empresa, que também indicam que o teste foi apresentado aos funcionários pouco depois do lançamento público do recurso de chamadas telefônicas do agente.
A possibilidade de envolvimento humano provocou questionamentos sobre privacidade. Funcionários alertaram que dados sensíveis poderiam ser compartilhados sem intenção com pessoas que atuam em centrais de atendimento terceirizadas.
Em resposta sobre o funcionamento do recurso, a Meta afirmou que a reação interna foi “amplamente positiva”. A empresa disse que pretende usar a fase de testes para recolher avaliações e reforçar medidas de segurança e privacidade antes de uma eventual oferta pública.
A companhia também informou que trabalha com comerciantes para aperfeiçoar o recurso de chamadas. O porta-voz Daniel Roberts disse que o lançamento só ocorrerá quando a ferramenta estiver pronta e contar com as divulgações necessárias. A Meta é controladora do Facebook e do Instagram.



