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Vídeo mostra robô avançando contra cliente em loja na Rússia

Imagens registram humanoide chamado Syoma após ser empurrado, mas não permitem confirmar controle autônomo ou falha no sistema.

Vídeo mostra robô avançando contra cliente em loja na Rússia

Um vídeo gravado em uma loja de eletrônicos mostra um robô humanoide avançando contra um cliente depois de ser empurrado. A cena ocorreu na Volga Store, na Rússia, e não permite concluir se os movimentos foram autônomos, programados, controlados remotamente ou parte de uma encenação.

O robô, chamado Syoma — também transliterado como Sema —, estava no salão quando um homem tentou cumprimentá-lo e o empurrou na altura do torso. O humanoide recuou, recuperou o equilíbrio, levantou os braços e avançou com movimentos semelhantes a golpes. Depois, estendeu uma das pernas na direção do cliente.

Um funcionário que estava próximo segurou a máquina, enquanto outra pessoa se aproximou para ajudar. A Volga Store informou que ninguém se feriu.

A loja não divulgou qual software estava em execução nem esclareceu se os movimentos foram acionados por um operador, por uma rotina programada ou por um sistema automático. Também não há relatório técnico ou manifestação do fabricante que permita atribuir o comportamento a inteligência artificial, instinto de defesa ou decisão própria.

O robô se parece com o Unitree G1, principalmente pelo visor oval iluminado em azul, pela carroceria preta e prateada e pelo desenho das pernas e dos quadris. A Volga Store, porém, não confirmou a marca ou o modelo, e não há número de série legível. Por isso, a identificação permanece provável, mas não definitiva.

Produzido pela chinesa Unitree Robotics, o G1 é voltado a demonstrações, pesquisa e desenvolvimento. O equipamento conta com câmera de profundidade e LiDAR 3D para perceber o ambiente, além de motores articulados que permitem diferentes movimentos. A fabricante recomenda manter distância de segurança devido à força e à complexidade de robôs humanoides.

A legenda da publicação afirma, em tom de brincadeira, que Syoma passaria por uma “reinicialização das emoções”. A gravação, a posição da câmera e a intervenção rápida da equipe não confirmam uma encenação, mas também não permitem tratar o episódio como prova de falha autônoma ou de uma rebelião robótica.

Texto produzido pela Redação Caderno do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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