Segunda-feira, 7 de setembro de 2026
Florianópolis 9°C 8° / 17° Mega-Sena 3054: 8 · 17 · 24 · 43 · 47 · 58
A escola, a ciência e o futuro
Brasil

Redes sociais concentram relatos de abuso sexual online contra adolescentes no Brasil

Relatório do Unicef aponta que um em cada cinco adolescentes brasileiros já sofreu abuso sexual na internet.

Redes sociais concentram relatos de abuso sexual online contra adolescentes no Brasil
Foto: Reprodução/Berke Citak/Unsplash

Um em cada cinco adolescentes brasileiros já sofreu abuso sexual online, de acordo com uma pesquisa do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). As redes sociais aparecem como o principal espaço de exploração de crianças e adolescentes entre 12 e 17 anos.

O relatório global “Pelos Olhos das Crianças: Como as Tecnologias Digitais Facilitam o Abuso Sexual Infantil” foi publicado nesta quinta-feira (03). O documento mostra que mais de 15 milhões de jovens em 21 países já foram expostos a conteúdos sexuais indesejados. Outros 9 milhões receberam pedidos para participar de conversas de natureza sexual ou compartilhar imagens íntimas contra a própria vontade.

Também foram registrados 4 milhões de casos de divulgação de imagens íntimas sem consentimento. O relatório alerta que a presença de ferramentas de inteligência artificial para deepfakes agrava esse tipo de situação. Os dados podem estar abaixo da realidade, porque parte dos casos não é denunciada.

Dados sobre o Brasil

Em um relatório publicado no primeiro semestre deste ano, o Unicef detalhou os registros brasileiros. Meios digitais estiveram envolvidos em 66% dos casos de abuso. As redes sociais e os aplicativos de mensagens responderam por 64% das ocorrências, com Instagram e WhatsApp como as plataformas mais citadas pelas vítimas.

Os jogos online apareceram como o segundo ambiente digital com mais casos de exploração, com 12%. Em quase metade das situações, ou 49% dos casos, a tentativa de abuso foi atribuída a uma pessoa conhecida da vítima.

Texto produzido pela Redação Caderno do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Receba nossa newsletterUma seleção diária, direto na sua caixa de entrada.