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Aplicativo criado por goiano consulta histórico antes de encontros

Checking cruza dados públicos e analisa imagens para indicar possíveis riscos, sem substituir autoridades ou certidões oficiais.

Aplicativo criado por goiano consulta histórico antes de encontros
Foto: Divulgação/Checking

O consultor de negócios Lindon Johnson Cândido Fonseca Mendes, de 25 anos, criou o Checking, um aplicativo que reúne informações públicas para ajudar pessoas a verificar o histórico de alguém antes de um primeiro encontro ou do avanço de uma relação. A ideia surgiu após ele e uma amiga descobrirem que o namorado dela tinha antecedentes de violência.

A plataforma também oferece análise de imagens para identificar possíveis sinais de fotos geradas ou manipuladas e prevenir golpes com perfis falsos. Para fazer uma consulta, o usuário informa o nome completo e o número de telefone da pessoa. O sistema cruza esses dados com fontes públicas e bases legalmente acessíveis, incluindo registros judiciais estaduais e federais, informações de antecedentes e mandados de prisão em aberto.

Indicadores e limites da consulta

Os resultados são apresentados por meio de três indicadores: verde, quando nenhum registro é encontrado; amarelo, quando existem registros associados ao nome; e vermelho, quando os dados apontam sinal de risco elevado.

O criador afirma que a ferramenta diferencia denúncias, ocorrências, arquivamentos, absolvições, processos em andamento e condenações. Essas situações não devem ser tratadas como equivalentes. O serviço também usa dados auxiliares para reduzir o risco de confusão entre pessoas com o mesmo nome. Quando as informações não são suficientes para fazer essa distinção, o sistema deve sinalizar a limitação.

Lindon ressalta que o Checking não determina se alguém é culpado, perigoso, falso ou seguro. “A decisão final continua sendo da pessoa usuária”, explicou. A consulta não substitui autoridades, certidões oficiais, investigação policial ou orientação jurídica, e a plataforma recomenda considerar o contexto, conversar com a rede de apoio e adotar outras medidas de segurança.

Atualmente, há três modalidades de uso: consulta de antecedentes, análise da foto do pretendente ou contratação dos dois serviços em conjunto. Os planos custam R$ 15,90 para uma consulta avulsa, R$ 53,90 para um pacote com cinco consultas e R$ 29,90 na opção mensal.

O resultado permanece disponível por até 24 horas e depois é apagado. De acordo com Lindon, o objetivo é oferecer uma camada adicional de prevenção no intervalo entre conhecer alguém pela internet e decidir encontrá-lo presencialmente. Nesse período, ele cita riscos como golpes afetivos, perfis falsos, pedidos fraudulentos de dinheiro, chantagens, emboscadas e diferentes formas de violência.

A proposta, segundo o criador, não é estimular desconfiança generalizada. “Mais do que oferecer uma consulta, queremos fortalecer uma cultura de prevenção”, afirmou.

Texto produzido pela Redação Caderno do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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