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Investigação reúne laudo, depoimentos e confissão em caso de médica morta no Paraná

Gassi Mazia foi morta em Maringá; laudo aponta hemorragia aguda após 14 facadas e esganadura.

Investigação reúne laudo, depoimentos e confissão em caso de médica morta no Paraná

Uma familiar afirmou à polícia que João Vitor Domingues Romeiro confessou ter matado a médica Gassi Mazia após uma discussão entre o casal. Conforme o relato, ele enviou mensagens e telefonou para pedir o endereço da residência em Mandaguari. A confissão teria ocorrido dentro do carro, estacionado no pátio do imóvel.

“Ele falou para mim que ele e a Gassi tinham brigado e que ele tinha matado ela”, disse a testemunha.

O laudo da Polícia Científica aponta que Gassi morreu por hemorragia aguda depois de ser atingida por 14 facadas e esganada. O documento foi divulgado nesta semana. O boletim de ocorrência da Polícia Militar registra que três facas estavam ao lado do corpo.

A médica foi localizada em um apartamento de Maringá, no norte do Paraná, no dia 5 de setembro. O corpo já havia sido encontrado por um familiar que ouviu o choro do bebê de 8 meses, filho do casal, do lado de fora do imóvel. A criança estava no apartamento e não tinha ferimentos.

João Vitor, de 25 anos, é o principal suspeito e está preso desde o dia do crime. Ele foi levado à delegacia no dia 10 de setembro, após receber alta do hospital, onde permanecia sob custódia. O suspeito havia sido encontrado ferido no pátio da casa de uma familiar em Mandaguari, a 32 quilômetros de Maringá.

Investigação e prisão

O Ministério Público sustenta que João invadiu o apartamento depois de não aceitar o fim do relacionamento. A manifestação, baseada em depoimentos de policiais militares e informações de testemunhas, defendeu a prisão preventiva e classificou o caso como feminicídio. O delegado Adriano Garcia declarou que o suspeito tentava reatar a relação com Gassi.

O homem era servidor público da Prefeitura de Marialva, que informou sua exoneração após o ocorrido. Em nota, a administração municipal repudiou atos de violência contra a mulher.

Gassi atuava na UBS Nova Aliança, em Sarandi. A prefeitura da cidade publicou uma nota de pesar e afirmou que a médica era uma profissional competente e dedicada. O município também manifestou repúdio a todas as formas de violência contra as mulheres.

Texto produzido pela Redação Caderno do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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