WASHINGTON — Emmelyn Roettger foi aceita na Mensa antes de completar 3 anos, depois de realizar um teste de inteligência que registrou QI 135. A organização reúne pessoas com alto desempenho em avaliações desse tipo.
Os primeiros sinais apareceram quando Emmelyn tinha 15 meses e começou a reconhecer letras. Aos 2 anos, ela já lia, escrevia, fazia cálculos simples e contava até 100. Antes de completar essa idade, também passou a escrever letras e, depois, o próprio nome.
A descoberta da dificuldade visual
Nos primeiros meses de vida, profissionais chegaram a considerar a possibilidade de atrasos no desenvolvimento. A família ainda não sabia que a menina tinha uma dificuldade visual.
A mãe, Michelle Horne, insistiu na investigação da visão da filha. Depois da avaliação, Emmelyn passou a usar óculos. A família observou mudanças na forma como ela interagia com o ambiente e aprendia. A partir disso, suas habilidades ficaram mais evidentes.
Além do interesse por leitura, escrita e números, Emmelyn demonstrava curiosidade por livros e temas científicos. Entre os assuntos que despertavam sua atenção estavam planetas, estrelas e o funcionamento do universo.
Entrada na organização
Em março de 2012, aproximadamente um mês antes de completar 3 anos, Emmelyn foi aceita pela Mensa. Naquele período, ela se tornou a integrante mais jovem dos Estados Unidos entre os membros da organização.
Para Michelle, a entrada poderia ajudar a família a encontrar recursos para acompanhar uma criança com ritmo de aprendizagem diferente do esperado. O pai inicialmente não considerava necessária a adesão à Mensa, enquanto a mãe buscava apoio para lidar com a situação.
A trajetória da menina, que vivia na região de Washington, nos Estados Unidos, reuniu uma sequência de avanços iniciada pelo reconhecimento das letras aos 15 meses e seguida por escrita, leitura, matemática e pela avaliação que registrou QI 135.



